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por Bill Watterson (via estadao)

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São Paulo, SP.

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O estupro de homens
Autor: Will StorrFonte: The GuardianTradução: Luiz Henrique Coletto
Violência sexual é uma das mais terríveis armas de guerra, um instrumento de terror utilizado contra mulheres. Contudo, grandes quantidades de homens também são vítimas. Neste relato pungente, Will Storr viaja para Uganda para se encontrar com sobreviventes traumatizados e revela como o estupro de homens é endêmico em muitos outros conflitos do mundo.
De todos os segredos de guerra, há um que é tão bem guardado que existe sobretudo como um rumor. É frequentemente negado pelo criminoso e sua vítima. Governos, agências humanitárias e ativistas de direitos humanos das Nações Unidas  mal reconhecem sua possibilidade. Ainda assim, de vez em quando alguém reúne coragem para falar sobre isso. Foi isso que aconteceu numa tarde comum no escritório de uma gentil e cuidadosa conselheira em Kampala, Uganda. Eunice Owiny foi empregada pelo Projeto Legal de Refugiados (RLP) da Universidade de Markerere [maior instituição acadêmica de Uganda] para auxiliar pessoas desalojadas por toda a África a lidarem com seus traumas. Este caso em particular, entretanto, era um enigma. Uma cliente mulher estava com problemas maritais. “Meu marido não pode fazer sexo“, ela se queixava. “Ele se sente muito mal com isso. Estou certa de que há algo que ele está escondendo de mim.“
Continue lendo aqui.

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O estupro de homens

Autor: Will Storr
Fonte: The Guardian
Tradução: Luiz Henrique Coletto

Violência sexual é uma das mais terríveis armas de guerra, um instrumento de terror utilizado contra mulheres. Contudo, grandes quantidades de homens também são vítimas. Neste relato pungente, Will Storr viaja para Uganda para se encontrar com sobreviventes traumatizados e revela como o estupro de homens é endêmico em muitos outros conflitos do mundo.

De todos os segredos de guerra, há um que é tão bem guardado que existe sobretudo como um rumor. É frequentemente negado pelo criminoso e sua vítima. Governos, agências humanitárias e ativistas de direitos humanos das Nações Unidas  mal reconhecem sua possibilidade. Ainda assim, de vez em quando alguém reúne coragem para falar sobre isso. Foi isso que aconteceu numa tarde comum no escritório de uma gentil e cuidadosa conselheira em Kampala, Uganda. Eunice Owiny foi empregada pelo Projeto Legal de Refugiados (RLP) da Universidade de Markerere [maior instituição acadêmica de Uganda] para auxiliar pessoas desalojadas por toda a África a lidarem com seus traumas. Este caso em particular, entretanto, era um enigma. Uma cliente mulher estava com problemas maritais. “Meu marido não pode fazer sexo“, ela se queixava. “Ele se sente muito mal com isso. Estou certa de que há algo que ele está escondendo de mim.

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